segunda-feira, 24 de junho de 2013

Coro Prisma de Maceió reedita o espetáculo “O Lua do Sertão” em única apresentação nesta temporada


Com voz e movimento, o coro dá vida à canções emblemáticas do Rei do Baião

O Teatro Deodoro receberá, pelo segundo ano consecutivo no projeto Teatro Deodoro é o Maior Barato, o espetáculo “O Lua do Sertão”, o primeiro musical protagonizado pelo Coro Prisma de Maceió e especialmente elaborado em comemoração ao centenário de Luiz Gonzaga do Nascimento, o “Rei do Baião”.

A direção geral de “O Lua do Sertão” é do maestro Gustavo Campos Lima, natural de Maceió, graduado e pós-graduado em Música pela Universidade Federal de Alagoas e a direção artística é de “Marcos Topette”, bailarino, sapateador da Companhia de Dança Maria Emília Clark, educador artístico e graduando em Licenciatura em Dança pela Universidade Federal de Alagoas.

Com 23 anos de existência, o Coro Prisma de Maceió foi fundado pelo maestro Gustavo no dia 15 de abril de 1990, na Paróquia Perpétuo Socorro, no bairro Vergel do Lago, e tem por patrona, Santa Cecília, a padroeira dos músicos. Atualmente o grupo conta com 25 cantores e possui um repertório musical eclético, desenvolvendo tanto a música erudita quanto a popular.

Para os cantores do Prisma, o espetáculo é mais que um desafio: é uma realização. O tenor Alex Sandro Martiniano tem no grupo uma segunda família. “Conheci minha esposa no Prisma, sou cristão católico por causa do Prisma e, a maioria de minhas amizades duradouras são pessoas do coro. Estamos juntos há mais de duas décadas” afirma. Para Sandro o Lua demonstra o alto nível técnico do grupo, que uniu com qualidade o canto e dança.

Participante do coro há mais de doze anos, a contralto Rosilda Santos também é a figurinista do espetáculo. “É um orgulho para mim ser parte deste grupo e, agora, contribuir para a beleza visual de uma apresentação como esta. O figurino que já era bonito tem novidades para aproxima apresentação”, esclarece Rosilda.

Segundo Gustavo, a admiração por Luiz Gonzaga vem de longa data, e o projeto veio concretizar a vontade de cantar suas músicas com arranjos inovadores para canto coral e introduzir a dança na performance do grupo. “O espetáculo consiste na interpretação de 17 músicas com o acompanhamento de um trio tradicional nordestino de forró: sanfoneiro, zabumbeiro e triangulista”, informou o maestro. Entre as tradicionais canções escolhidas para apresentar a vida do Rei do Baião estão: Asa Branca; Ave Maria Sertaneja, Olha pro Céu, ABC do Sertão, A Vida do Viajante, Xote das Meninas, Xaxado e Forró no Escuro.


Serviço
14ª Edição do Projeto Teatro Deodoro é o Maior Barato
Local: Teatro Deodoro
Espetáculo: O Lua do Sertão
Artista: Coro Prisma de Maceió
Data: 26 de junho (quarta-feira) às 19 horas
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia), na bilheteria do Teatro Deodoro e com os participantes do grupo.


Encenação do espetáculo na Praça Multieventos na véspera do Natal de 2012 
(Foto de Adriana Lima)

sexta-feira, 14 de junho de 2013

A CEJAC, agora rebatizada de CEJAI, finaliza os preparativos para o 8º Encontro Estadual de Jornalistas em Assessoria de Imprensa

Exiba aberturaColuna.jpg na apresentação de slides


Evento reúne profissionais e estudantes de jornalismo nos dias 21 e 22 de junho

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Alagoas (Sindjornal), por meio da Comissão Estadual de Jornalistas em Assessoria de Imprensa (CEJAI) promove nos dias 21 e 22 deste mês, o 8º Encontro Estadual de Jornalistas em Assessoria de Imprensa (8º EJAI). O evento será realizado no auditório da Casa da Indústria (Farol), e terá como tema “Assessoria de Imprensa e o interesse público do Jornalismo”.
O 8º EJAI se configura como importante instrumento de interação, diálogo e debate de temáticas pertinentes ao contexto atual da comunicação, especificamente no que se refere às assessorias. Poderão participar do 8º EJAI, jornalistas profissionais, professores e estudantes de jornalismo. As inscrições já estão abertas na sede do Sindjornal, na rua Sargento Jaime, 370, Prado. O telefone para informações é o 3326-9168.
A abertura do evento acontece na sexta-feira (21), às 19h, com uma programação científica que inclui como palestrantes nomes de destaque nacional, especialistas em assessoria de comunicação, como Suzel Figueiredo, mestra em ciências da comunicação, que vai falar sobre “Mensuração de Resultados em Assessoria de Imprensa”.
A programação continua no sábado (22), a partir das 8h, tendo como palestrante Jorge Duarte, doutor em Comunicação Social, autor do livro “Comunicação Pública: Estado, Mercado, Sociedade e interesse público”. Também estará presente a vice-presidenta da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Maria José Braga, que vai expor sobre a Pesquisa Perfil do Jornalista Brasileiro, com foco na atividade de assessoria de imprensa.
Na tarde do sábado acontecerá a plenária para discussão e aprovação de teses, além da eleição de delegados para o Encontro Nacional de Jornalistas em Assessoria de Imprensa (ENJAI), a ser realizado no mês de agosto, no Rio de Janeiro e a eleição dos novos membros da Cejai. O encerramento do 8º EJAI será marcado com o Forró dos Jornalistas, a partir de 22h, na Casa de Eventos Chez Marie.
Fonte: Sindjornal

terça-feira, 30 de abril de 2013

Fotografia

http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAA3izbq3CtgHw2Q4KcgbglwUGTg9qOQly0D7u1oEesxLNLQLqHMnJRd1D68mwl_f9rYvLPmhW8NLowkBhkcdiGkAm1T1UIJKBeFRLbV640hR9d8255kzZrDU.jpg 


Estava fazendo uma limpeza nos meus e-mails quando encontrei um de 2011 com fotografias históricas. Entre elas estava a imagem acima, a mais antiga fotografia que temos (muitas se perderam), foi feita pelo francês Joseph Nicéphore Niépce no verão de 1926 por um processo heliográfico. 

Que diferença das fotografias que podemos fazer hoje com nossas DSLRs!



Esta tirei com uma canon 60D com lente 18/200. Com uma lente macro legal daria pra ver as nervuras das asas.


sexta-feira, 22 de março de 2013

Dia Mundial da Água





Ontem Alice me chamou, após o jantar, e disse: "Mamãe, abre aí uma outra janela que eu preciso fazer uma pesquisa", significando "Passe pra cá este notebook".  Desacelerei a pequena e desapropriei o equipamento do pai dela. Ela se atrapalhou um pouco com a busca   mas em alguns minutos ela já estava com uma lista de sites que falavam sobre água. Refinei a busca e escolhi uma página no Brasil Escola. O tema foi o Dia Mundial da Água. Pedi que lesse enquanto eu terminava de escrever uma matéria. Depois fizemos juntas um resumo e minha princesa, satisfeitíssima, escreveu meia página de informações em seu caderno de ciências.

Hoje fui trabalhar e fiquei bastante inquieta porque vi no quadro que nenhuma escola de rede havia agendado conosco cobertura para as atividades do dia. Escrevi um release sobre a participação da secretaria em um evento do Sindicato dos Jornalistas sobre assédio moral contra as mulheres, jornalismo inclusivo e discriminação racial, que marcou o Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial. Mas como o assunto da água continuou me perseguindo, cá estou.


A Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Mundial da Água, em 22 de março de 1992 e em 10 de dezembro de 2002, o senado brasileiro aprovou o Dia Nacional da Água.
Dentre as principais abordagens contidas na Declaração Universal dos Direitos da Água da ONU, estão:

- Devemos ser responsáveis com a economia de água, pois essa é condição essencial de vida;
- A água é um patrimônio mundial e toda a humanidade é responsável pela sua conservação;
- O equilíbrio do planeta depende da conservação dos rios, mares e oceanos, bem como dos ciclos naturais da água, utilizando-a de forma consciente;
- A humanidade deve ser solidária, evitando o seu desperdício e lutando pelo seu equilíbrio na natureza, pois  disso dependem as gerações futuras.

Segundo a ONU, 11% da população do planeta não tem aceso à água potável, ocasionando a morte diária de aproximadamente 3.000 crianças menores de cinco anos por doenças  como a cólera ou a disenteria. Além disso, 2,5 bilhões de pessoas não tem acesso à instalações sanitárias, o que causa diversos problemas de saúde, sociais e ambientais.

A atividade agropecuária é a maior consumidora de água do planeta, seguida da industrial. Os produtos que consumimos também nos transformam em esbanjadores, se não adotarmos um consumo consciente. Levando-se em consideração que menos de 3% da água do mundo é doce e 2,5% estão congeladas na Antártica, no Ártico e em glaciares e, portanto, não estão disponíveis para consumo, precisamos ficar atentos e educar bem nossas crianças.






Links:
http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-nacional-da-agua.htm
http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/agua-usos-abusos-497855.shtml


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Visita ao museu

Hoje eu alterei a foto de capa do meu perfil do facebook e coloquei uma fotografia que tirei no Museu Theo Brandão. Curiando na pasta de arquivos de onde a tirei, vi que neste dia fui ao museu especificamente para fotografar uma exposição de chapéus e coroas de guerreiro que ocupava as salas de exposições temporárias.

Uma maravilha!!!!

Um belíssimo trabalho da artista plástica Monica Almeida.

Ela criou chapéus tendo como inspiração os nossos belos prédios históricos.

Fotografei enquanto tive luz.

Olhe as fotos e veja os prédios. Um primor!!!












O chato da história: isso foi há dois anos. Nunca mais voltei lá.


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Feira

Sempre gostei de feiras.
Quando eu era criança gostava por causa dos pastéis. Até hoje quando sinto o cheiro de pastéis fritando lembro dos domingos de feira na Vila Maria e no Parque Novo Mundo.
Na adolescência o cheiro de feira mudou: passou a ser o dos temperos, raízes, cascas de árvores e outras plantas.
Entre o cheiro das feiras paulistanas e das nordestinas, as segundas ganham de longe (se em ambas nos mantivermos longe das barracas de peixes).
São sacos, sacolas e potes em diversos tamanhos, arrumados conforme as "indicações". Os temperos, mais conhecidos, ficam separados, perto da balança ou com os copinhos e latas dosadores.

Conversar com um comerciante de ervas e temperos em uma feira no sertão é uma verdadeira aula. E as garrafadas? Curam de tudo! (Mas isso é assunto para outro post)

Sempre que visito uma cidade do interior pergunto pelos dias de feira.
Compro queijo coalho e queijo manteiga, tapioca (medida em latas de óleo) e, apesar de amar os cheiros, nunca comprei uma raizinha sequer. Nenhuma lasquinha de casca ou folha seca. Olho tudo, pego, cheiro, pergunto pra que serve, mas nunca compro.
Vou tentar mudar isso na minha próxima visita à Pariconha ou Água Branca. Quem sabe volto com algumas sementes de plantinhas cheirosas pra plantar em vasinhos coloridos e tentar trazer um pouquinho do cheiro de feira pra minha varanda.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Uma coisa puxa a outra


Os eventos e mudanças do dia-a-dia se sucedem numa lógica que, muitas vezes, nos escapa. O que queríamos para ontem acontece amanhã (ou não acontece nunca) e o que nem queríamos mais de repente se materializa do nada.
Quantas vezes estamos tristes, doidos por uma ligação ou visita de um amigo e ninguém dá as caras? Ou então só aparece gente de mau humor ou com problemas piores que o nosso? Aí quando passa o banzo e estamos bem e sorridentes novamente o povo começa a ligar só pra falar besteira, deixar recado do face, enviar sms, chamar pra um vinhozinho, partida de buraco e outras coisas do tipo. 
Ou quando estamos precisando ou querendo trabalhar e não surge nada. Nem um freelazinho pé-de-chinelo. Mas assim que você consegue alguma coisa, ou arruma outra ocupação e se compromete, se empolga, aqueles convites que você esperou tanto começam a chegar e você não tem como aceitar sem ressalvas. Você se pega tendo que deixar aquela pessoa que te ajudou na hora da necessidade na mão, ou tendo de desistir daquele curso maravilhoso que já estava na metade, ou adiar um projeto que te custou semanas de planejamento. Terrível!
Mas porque acontece tudo isso? 
Uns dizem que Deus joga dados; outros que cada coisa tem seu tempo. 
Há alguns anos apareceram uns livrinhos que viraram fenômenos de vendas que explicavam uma tal "Lei da Atração". Eu ganhei um deles (com o mesmo nome) que ficou em uma das minhas prateleiras um tempão. Em 2011, numa arrumação, eu o tirei do plástico e li. As idéias pareciam que só com as de um documentário que ganhei no meu aniversário de 2008 chamado "Quem somos nós". Mas pareciam ter sido escritas para crianças ou semi-analfabetos (...). Várias repetições, explicações pormenorizadas demais, exemplos tolos (depois fiquei sabendo que isso é comum em livros de auto-ajuda).
Mas a ideia é a seguinte: você atrai o que está vibrando na mesma sintonia que você.
Não é que faz todo o sentido?
O problema é irradiar felicidade e sentimento de fartura e abundância com um monte de contas pra pagar e a conta bancária zerada. Ou se imaginar linda, esbelta e saudável se o espelho e a balança mostam o contrário. 
Mas nas coisas simples do nosso cotidiano é muito interessante aplicar o princípio. E quando olhamos os exemplos na nossa vida, vemos que realmente as coisas boas costumam acontecer quando estamos bem, ou pelo menos quando não estamos pessimistas. E pra nossa chateação, o contrário também acontece com frequência.
Faça o teste! 
Encontrei o livro ontem em uma das caixas da mudança que abri. Se quiser emprestado é só me ligar.

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